sexta-feira, 10 de junho de 2011

Como pode?

Como pode um peixe vivo viver fora da água fria?
Então se for água quente pode?
O problema é com a água fria?
Como pode?
Como podemos na verdade ensinar tantas bobagens para as crianças, não? É o peixe que não vive na água fria...o boi da cara preta...o pato que termina cozido na panela...a cuca que vem pegar... o cravo que despedaça a rosa...o gato que apanhou e não morreu...
A violência está implícita diretamente desde a infância. Ingenuamente, talvez? Até pode ser que sim. O que devemos levar em consideração, no entanto, é o fato de que na infância, mesmo que ingenuamente, levamos conceitos às nossas crianças.
Em graus diferentes de exposição à violência, obviamente, expomos os futuros cidadãos, a crueldade da realidade. É bom? É ruim? Por um lado existe o contato com o mundo real, bem diferente das fantasias, onde aqui se faz e aqui se paga. Mas será que não existe uma maneira equilibrada de fazer isso? De ficarmos atentos ao que as crianças são expostas? E não falo apenas a respeito do sensacionalismo televisivo, mas muitas vezes os próprios pais estão levando violência a seus filhos, quando lhes dão um jogo novo para videogame.
A violência banalizou a vida. Os princípios de preservação da espécie, de respeito ao próximo, de liberdade, igualdade, fraternidade. As crianças cantam Calypso (nada pessoal), mas não conhecem o Hino Nacional.
Pensemos no assunto!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Olhe para o céu e veja
a extasiante felicidade
com que ele te presenteia

Ohe para o mar e veja
a harmonia das ondas
quebrando na areia

Olhe para a terra e veja
a beleza da vida que brota
sobre ela

Olhe para ti e veja
a beleza profunda que existe
no ser humano

Esqueça a dor que te consome
Liberta-te do que te faz infeliz

Não viemos ao mundo para sofrer
Mas sim para ensinar o que aprendemos
Com vitórias e derrotar

Por, isso se a dor vencer-te hoje
lembra-te que perdeste uma única batalha
e que tens uma guerra inteira pela frente.

Por: carine zanotto vieira

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Um amor de quatro-patas

Não há a menor possibilidade daquele que não vive esse amor compreender. Só quem já se entregou há um amor tão puro e inocente reconhecerá sinceridade nessas palavras. Quem já sentiu esse amor já sabe do que estou falando.

Os cães não são apenas nossos melhores amigos. São nossos mestres gratuitos. Nos ensinam diariamente o quanto o amor, e só o amor, supera todas as barreiras.

Um cão jamais te dirá adeus, quando obtiver sua maioridade. Nunca, em qualquer circunstância cobrará sua atenção, ele apenas fica feliz com sua presença. Você pode perder toda sua fortuna, deixar de ser a "sensação da festa", mas para ele você será simplesmente, você! Um cão não trai, não abandona, não mente, não maltrata. Ele apenas, e sempre, desejará sua companhia.

Se você chora, ele se atrai por suas lágrimas salgadas, e sem perceber nos alegra com o simples fato de lambê-las. Quando você chega ele faz festa e quer saber por onde você esteve e porque demorou tanto. Ninguém é obrigado a amá-los, mas todos são necessariamente obrigados a respeitá-los.

“A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados. “
Ghandi

terça-feira, 1 de março de 2011

Mediocridade

A mediocridade faz parte de todos os seres humanos. Obviamente a grande diferença entre o que faz a diferença entre uma pessoa e outra, é o nível de tal mediocridade. Assim como um remédio, a mediocridade pode ser nossa cura ou nosso maior veneno. Todos somos medíocres em algum momento da vida, por "n" motivos. Seja por insegurança, por vaidade, ignorância, estratégia.
Antes que alguns desavisados pensem que ser medíocre é uma ofensa, eis sua origem: mediocridade vem de medíocre, que vem do latim mediocris, que significa médio, mediano. Ou seja, medíocre é algo utilizado para designar algo mediano, ou ordinário (comum).
Logicamente, dependendo do contexto em que é exposta, a palavra pode soar pejorativa, o que não significa que alguem que profira algo pejorativo o seja em sua complexidade.
Tudo é momento, contexto, situação. Ser medíocre é ser comum, mediano, normal. Morno, sem sal, sem açucar. Medíocre, simplesmente.
A palavra não é de todo ruim, só apenas espero que não sejamos medíocres uma vida inteira. Que não sejamos medianos e comuns por toda eternidade.
Escrevo sobre isso, porque acabo de perceber que estou sendo muito medíocre nesta fase da minha vida. É uma fase, porém, se não a houvesse percebido, talvez me mantivesse medíocre pela vida toda. Essa confissão me tira um peso da alma.
Afinal,“Se você não contar a verdade sobre si mesmo, não pode contar a verdade
sobre as outras pessoas. ” [ Virginia Woolf ]

terça-feira, 27 de abril de 2010

O Mágico de OZ

Em algum lugar além do arco-íris
Bem lá no alto
E os sonhos que você sonhou
Uma vez em um conto de ninar
Em algum lugar além do arco-íris
Pássaros azuis voam
E os sonhos que você sonhou
Sonhos realmente se tornam realidade
Algum dia eu vou desejar por uma estrela
Acordar onde as nuvens estão muito atrás de mim
Onde problemas derretem como balas de limão
Bem acima dos topos das chaminés é onde você me encontrará,
Em algum lugar além do arco-íris pássaros azuis voam
E o sonho que você desafiar, por que, porque eu não posso?


Bom, eu vejo árvores cheias de vida e
Rosas vermelhas também
Eu vou assisti-las florescer pra mim e pra você
E eu penso comigo
Que mundo maravilhoso


Bem eu vejo céus azuis e eu vejo nuvens brancas
E o brilho do dia
Eu gosto do escuro e eu penso comigo
Que mundo maravilhoso


As cores do arco-íris tão bonitas no céu
Também estão no rosto das pessoas que passam
Eu vejo amigos apertando as mãos
Dizendo, "como vai você?"
Eles estão realmente dizendo, eu, eu amo você
Eu ouço bebês chorando e eu os vejo crescer
Eles vão aprender muito mais
Que nós saberemos
E eu penso comigo
Que mundo maravilhoso


Algum dia eu vou desejar por uma estrela
Acordar onde as nuvens estão muito atrás de mim ee ee eeh
Onde problemas derretem como balas de limão
Bem acima dos topos das chaminés é onde você me encontrará,
Em algum lugar além do arco-íris bem lá no alto
E o sonho que você desafiar, por que, porque eu não posso?

quarta-feira, 17 de março de 2010

Bipolar

Ser ou não ser. Ter e não ser. Subir e descer, eis a questão. O Distúrbio Bipolar, que acomete homens e mulheres, me escolheu. Seria sensato dizer que é totalmente possível viver com isso, no entanto, é uma luta diária. Tem dias em que nos sentimos felizes, eufóricos e poderosos, e como em um passe de mágica, em outros não há a menor força para sequer levantar da cama. Apesar dos riscos a que nos expomos quando nos sentimos extraordinariamente bem, a faze depressiva é infinitamente pior. Desesperadora, debilitante.

domingo, 14 de março de 2010

'Sindrome do entardecer

Domingo, fim de tarde, friozinho. O sol ja foi embora, e aquela angústia chegou. Sofro a síndrome do entardecer. O sol se põe, já não é dia e nem é noite. Não tem nem a luz do sol, nem o brilho das estrelas. É um momento meio não momento. Um algo sem explicaçao. Um segundo que não sabe o que é. E essa confusão, confunde meu coração. Também sinto um algo sem sentir, sem saber.